Em vez de ocupar o centro, este estudo deixa um intervalo aberto. Os planos se aproximam desse vazio sem completá-lo: é ele que permite ler o conjunto como uma relação entre borda e passagem.
Uma abertura interrompe a continuidade dos planos. O estudo aproxima a superfície iluminada de uma área mais recolhida, para observar como essa diferença organiza a leitura de um ambiente.
Duas superfícies deslocadas enquadram uma passagem. O espaço entre elas recebe tanta atenção quanto os próprios planos. O estudo observa aproximação, pausa e continuidade sem representar um acesso de uma obra real.
Uma parede é organizada por módulos, cheios e intervalos. O estudo trata o armazenamento como ritmo visual: a sequência é reconhecível, mas não precisa ocupar cada espaço da mesma maneira.