Do que você precisa de verdade
Quem digita quero um site para minha empresa, ou preciso de um site para minha empresa, quase nunca quer um site. Quer que o cliente encontre a empresa, entenda o que ela faz e chame. O site é o meio. Pensar assim muda o que você vai pedir.
Você precisa de pouca coisa, mas bem feita:
- Uma página que diga, logo de cara, o que a sua empresa faz, para quem e onde atende.
- Um jeito fácil de falar com você, de preferência um botão de WhatsApp sempre à mão.
- Um site que abra rápido e funcione bem no celular, porque é por lá que muita gente pesquisa.
- Um endereço próprio, registrado no nome da sua empresa.
E tem o que você não precisa para começar: dezenas de páginas, animação em todo canto, blog que ninguém vai atualizar, área de login, aplicativo. Tudo isso encarece, atrasa e nem sempre traz um contato a mais. Dá para crescer depois, quando fizer sentido.
Se a sua dúvida ainda é se vale ter site ou se o perfil nas redes resolve, leia o guia site ou Instagram. Resumindo: rede social é terreno alugado. O site é seu.
Landing page ou site profissional
Na MANGO, a criação de site para empresa tem dois formatos. A escolha depende de quanta coisa você tem para mostrar e do caminho que o visitante precisa fazer até chamar.
Landing page
Uma página só, com até 8 seções em sequência: o que você faz, para quem, como funciona, dúvidas e contato. Serve bem para quem tem uma oferta principal, para profissional liberal, para negócio local com poucos serviços e para quem vai anunciar e quer levar o clique a um lugar focado em gerar pedido de orçamento.
Site profissional
Até 5 páginas. Serve para quem precisa separar os assuntos: uma página para cada serviço, uma para contar a história da empresa, uma de contato. Costuma fazer sentido quando os serviços são bem diferentes entre si ou quando o cliente pesquisa cada um deles separadamente no Google.
Os dois formatos são responsivos, ou seja, se adaptam ao celular e ao computador. Nos dois, os textos são organizados a partir do que você conta no briefing, e há duas rodadas de ajustes.
Uma regra simples: se dá para explicar a sua empresa em uma conversa curta, comece pela landing page. Se você sempre precisa dizer "depende de qual serviço", pense no site profissional. O guia landing page ou site compara os dois com calma, e a página de criação de sites mostra os formatos e três projetos demonstrativos, de negócios fictícios, para você navegar.
O que ter em mãos antes de chamar
Nada disso é obrigatório para a primeira conversa. Mas quanto mais você tiver, mais fácil o projeto anda.
- O que você vende, em palavras suas. Os serviços ou produtos principais e o que mais dá retorno hoje.
- Quem é o seu cliente. Empresa ou pessoa física, de qual região, o que ele costuma perguntar antes de fechar.
- As dúvidas que você responde todo dia no WhatsApp. Elas viram a parte mais útil do site.
- O logo e as cores, se existirem, no melhor arquivo que você tiver.
- Fotos reais da empresa, da equipe, do produto ou do serviço sendo feito. Foto de celular bem tirada vale mais do que imagem de banco que todo mundo usa.
- Os dados do domínio, se você já tiver um endereço registrado: onde foi registrado e quem tem o acesso.
- Dois ou três sites que você acha bons, de qualquer setor, e o que gosta neles.
Não tem texto pronto? Normal. Você conta, a gente organiza. Não tem foto nem logo? Dá para começar mesmo assim. Só vale saber que fotografia, vídeo e identidade visual nova são combinados à parte, fora do escopo do site.
O que um bom site de empresa tem
Use esta lista para avaliar qualquer proposta, de qualquer fornecedor.
- Uma primeira tela que responde a três perguntas: o que é, para quem é e o que eu faço agora. Se o visitante precisa rolar a página para entender o que a empresa faz, ele vai embora antes.
- Contato sempre visível. Botão de WhatsApp no topo e ao longo da página. Ninguém deveria procurar como falar com você.
- Texto na língua do cliente. Frase curta, sem sigla, sem "soluções integradas". Do jeito que você explica no balcão.
- Sinais de empresa de verdade. Fotos reais, endereço ou região atendida, CNPJ, horário de atendimento. O que mostra que existe alguém por trás.
- Velocidade. Site pesado perde visita no celular com internet fraca.
- O básico para aparecer no Google. Título de página bem escrito, texto que cita o serviço e a cidade, estrutura que o buscador consegue ler. Isso sozinho não coloca ninguém em posição nenhuma, mas sem isso o site nem entra na disputa.
- Medição. Pergunte como você vai saber quantas pessoas visitaram e quantas clicaram para chamar. Sem isso, você nunca sabe se o site trabalha.
- Privacidade em ordem. Política de privacidade clara e coleta só do que é necessário.
Três armadilhas do primeiro site
O modelo pronto igual ao de todo mundo
Se a sua pergunta é como fazer um site para minha empresa por conta própria, as ferramentas de montar site servem bem para testar uma ideia. O problema é o resultado: o mesmo modelo que muita empresa já usa, com o seu nome trocado no topo. O cliente compara você com o concorrente e não vê diferença. E o tempo gasto ajustando bloco por bloco é tempo que o dono da empresa não tem.
Quem faz o site e some
O site fica pronto, o contato para de responder e, no primeiro problema, ninguém sabe onde estão os acessos. Antes de fechar com qualquer fornecedor, pergunte: quem responde depois da entrega? Os acessos ficam com quem? O que acontece se eu quiser trocar de fornecedor? Peça tudo por escrito.
O domínio no nome de outra pessoa
Essa é a que mais dói. O domínio é o endereço do seu site, e endereços terminados em .com.br são registrados em um CPF ou CNPJ. Se o registro ficou no nome do sobrinho, do antigo sócio ou de quem fez o site, o endereço é deles, não seu. Na hora de mudar de fornecedor, você pode perder o endereço que já está no cartão, na fachada e na cabeça do cliente. O conselho vale para qualquer projeto: registre no CNPJ da empresa, ou no seu CPF, e guarde o acesso. Quem faz o site só precisa de permissão para configurar.
Como funciona com a MANGO
- Você chama no WhatsApp. O botão desta página abre a conversa direto. A única coisa registrada é de qual serviço e de qual campanha o clique veio. Você só compartilha o que decidir escrever.
- A gente entende a sua empresa. O que você vende, para quem, como o cliente chega hoje e o que o site precisa resolver.
- Você recebe a proposta por escrito. Com o formato indicado, o que será feito, as etapas e o investimento. Domínio e hospedagem são alinhados nessa proposta. Você decide com tudo na mão, antes de qualquer compromisso. Para entender o que faz o valor de um site variar, veja o guia quanto custa um site.
- A gente organiza o conteúdo e constrói. A IA prepara rascunhos e código para uma pessoa revisar. Uma pessoa decide a estratégia, revisa o texto final e responde pela entrega.
- Você vê a prévia em um painel privado. Navega, comenta e pede mudanças. São duas rodadas de ajustes.
- O site vai ao ar depois da sua aprovação. A IA nunca publica nada sozinha.
Tudo é feito online, então tanto faz se a sua empresa fica em capital ou em cidade pequena. Veja a lista de cidades atendidas ou chame direto.
Depois que o site vai ao ar
Publicar o site é o começo, não o fim. Site novo não aparece no Google no dia seguinte. O buscador leva um tempo para encontrar, ler e entender cada página, e ninguém honesto consegue prometer em que posição a sua empresa vai ficar.
O que você pode fazer logo:
- Colocar o endereço do site no perfil da empresa no Google, nas redes sociais, na assinatura de e-mail e no material impresso.
- Mandar o link no WhatsApp quando o cliente pedir informação. Poupa o seu tempo e passa seriedade.
- Acompanhar quantas pessoas visitam e quantas clicam para chamar.
- Manter as informações em dia: serviço novo, horário que mudou, foto atualizada.
Se quiser acelerar, existem dois caminhos, contratados à parte e só se fizer sentido. O trabalho de SEO cuida de o site aparecer melhor na busca com o tempo: auditoria técnica contínua, correções em ordem de prioridade e acompanhamento das suas posições. O Google Ads coloca um anúncio seu na frente de quem está pesquisando agora. Nesse caso, a verba do anúncio é paga por você direto ao Google, separada do valor da gestão. O guia como aparecer no Google explica a diferença entre os dois.


